quarta-feira, 18 de outubro de 2017

GRAN TURISMO SPORT - Análise

Editora: Polyphony Digital

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
  • Razer Leviathan Sound System

PC:
  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

Mobile:
  • LAIQ Glow


Gran Turismo é um nome incontornável da simulação automóvel e agora está de volta, pela primeira vez na PS4 e a questão é se valeu a pena tanta espera.

Há 19 anos Gran Turismo apareceu na primeira PlayStation e tornou-se num dos maiores nomes da consola, porque, ao contrário da esmagadora maioria dos jogos até então, não se focou num modo arcade em que qualquer jogador iria experienciar grandes velocidades, adrenalina brutal nas curvas e tudo o mais que os jogos arcade ofereciam. Era preciso aprender os circuitos, era preciso conhecer os carros, saber as melhores trajetórias, etc… era a primeira verdadeira sensação de condução à escala mundial.
Depois disso, Gran Turismo tornou-se um colosso de jogabilidade, número de carros e grafismo de topo. Com Gran Turismo Sport a chegar à PS4 comecemos pelo que nos salta À vista: GT Sport é lindíssimo. Testei o jogo em 4K e com o HDR ligado e o que posso dizer é que nenhum jogo até hoje, conseguiu aproveitar tão bem o HDR. As cores são simplesmente fantásticas, brutalmente realistas. No entanto, poucos gamers têm uma tv com HDR. Decidi retirar essa função durante parte da análise e o jogo continua a ser lindo, apesar de não tão marcante. A fluidez é notável, mesmo com muitos carros na pista, o jogo nunca teve quebras na PS4 Pro, com 4K bem conseguidos nas pistas, na sensação de escala, nos muitos detalhes presentes e cheios de vida em cada circuito e, principalmente, nos carros. Para além disso, GT Sport consegue acabar com uma noção já antiga de que GT não oferecia uma sensação de velocidade intensa. Tal acabou. Acelerem nos mais poderosos carros, ou num F1, e vão sentir uma verdadeira experiência cheia de intensidade. Experimentem o jogo com um PS VR e a experiência será mesmo muito boa.




Gran Turismo Sport é um jogo para os amantes de carros. Cada veículo está fielmente recriado como em nenhum outro jogo. Tanto dentro como fora, o brilho, as cores, as formas, os vidros, tudo está perto da perfeição fotorealista que a série sempre tentou tornar mais próxima. No entanto, tal perfecionismo em muito do que vemos nas pistas, tem um custo. Gran Turismo falha nas condições climatéricas dinâmicas, sendo demasiado estáticas e ficando atrás de outros jogos do género. Onde também falha é, como habitual na série, nos danos visuais nos carros. Por mais forte que seja a batida, visualmente os carros nunca forem danos estrondosos, o que é pena.
Ainda na parte gráfica, devo falar nos circuitos, que são poucos, mas nos deixam de boca aberta. Com detalhes constantes e muita vida, Gran Turismo deslumbra-nos ao ponto de pararmos o carro para ver alguns cenários e tirarmos fotos. A isso junta-se o modo fotografia e repetições, o jogo mostra o seu poder visual. No entanto, volto a dizer que o HDR faz uma diferença que não esperava.
Na parte sonora Gran Turismo é um jogo competente dentro de pista, com bons efeitos sonoros mas sem atingir o brilhantismo da parte gráfica. Já fora de pista a questão é outra. Gran Turismo é um jogo de classe, com uma banda sonora diversificada e cheia de qualidade quando estamos nos menus. Rock, jazz, blues, GT Sports tem um bocado de tudo, e envolve-nos num ambiente agradável antes de cada prova.




Passando agora para a jogabilidade, este é, claramente, o melhor GT de sempre, tal como se exigia. A física está muito bem conseguida, os carros respondem de forma quase real e existe uma diversidade enorme na forma como cada carro responde a cada situação ou ambiente na pista. Se procuram uma simulação virtual verdadeiramente realista, então este é o jogo a ter na vossa consola. Todavia, também tem falhas, principalmente na inteligência artificial que não tem grande capacidade de adaptação ou iniciativa. Os pilotos são demasiado passivos ou óbvios, raramente fugindo à trajetória óbvia para se adaptarem ao que estamos a fazer.
GT Sport está focado no online, mas já lá vamos. Na parte offline, temos muitos desafios pela frente, mas não tantos quanto esperava. Antigamente Gran Turismo era um jogo que levaria meses a ser acabado, agora não é assim. Temos a normal Academia e temos muitos desafios que se juntam às provas que estamos habituados, e, em muitos casos, são estes desafios que fazem a diferença. Seremos colocados em situações singulares, onde teremos de alcançar algo, e para tal teremos de ter muita coisa em consideração, quando mudar os pneus e para quais, calcular a quantidade de combustível, etc… Apesar de tudo, e de Gran Turismo se tornar num fantástico desafio quando começamos a retirar as assistência de controlo, a verdade é que aos poucos começamos a perceber que no modo offline GT Sport não é tão grande como os anteriores. Para terem uma experiência durante meses, ou anos, será preciso avançar para o online.




Gran Turismo brilha no online. Enquanto esperamos por outros condutores podemos ir treinando na pista, melhorando tempos. Com a comunidade a crescer nos próximos tempos, podemos esperar eventos e muito para se fazer. Conduzir contra jogadores será a grande diferença para a inteligência artificial do offline.
Existe ainda muito mais que poderia falar sobre Gran Turismo, quer fosse sobre os modos de fotografia, capacidade de personalizar carros, etc. No entanto tudo isso é secundário perante o essencial que é o que acontece dentro das pistas. E nesse aspeto resumo assim: graficamente GT Sport é estrondoso mas falha nas condições climatéricas. Na jogabilidade está fantástico, mas falha na inteligência artificial. E nestes dois componentes, falha nos danos das colisões. O modo offline é bom mas curto para o que estamos habituados, e o online está muito bom, principalmente na forma como penaliza quem estiver nas corridas apenas para estragar a experiência de outros jogadores. A questão é que GT Sport dentro de pista é fantástico mas fora perde alguma identidade da série, por ser curto em offline. 

Gran Turismo Sport voltará várias vezes à minha consola para fazer mais corridas online. É um jogo muito bom num ano em que a concorrência é enorme. Forza 7 e Project CARS 2 também são grandes jogos, tendo cada um dos três vantagens e desvantagens. Mas uma coisa é certa: o prazer da simulação realista que este jogo oferece é diferente de tudo o resto, e se o vosso foco for o online, então agarrem este jogo.


Jogabilidade - 93

Gráficos - 92

Som - 84


Modos de jogo - 72

NOTA FINAL - 84

Luís Pinto



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

MARVEL vs CAPCOM INFINITE - Análise


Editora: Capcom

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
  • Razer Leviathan Sound System

PC:
  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

Mobile:
  • LAIQ Glow


Marvel vs Capcom Infinite juntam as mais famosas personagens da Marvel e dos jogos da Capcom para um jogo onde a "porrada" manda. Mas nem só de personagens vivem os jogos. Será que vale a pena?


Num momento inicial este pode parecer um jogo algo inferior a outros do género que foram lançados nos últimos tempos. A verdade é que a concorrência é forte e atualmente um jogo para se destacar tem de ser diferente ou realmente muito bom. O que temos aqui é um jogo que tenta trazer algo diferente, novo, viciante e intenso. Contudo, não o consegue na perfeição, mas o primeiro passo está dado.

Graficamente estamos perante um jogo que não deslumbra. O design não é fantástico, os cenários estão dentro da média e algumas personagens poderiam ter sido melhor desenhadas. No entanto, também é preciso indicar que o jogo não sofre qualquer quebra e tudo é muito rápido, principalmente nas mudanças de personagens controláveis.



Em termos sonoros é também um jogo dentro da média, nunca se destacando mas também nunca falhando em oferecer uma experiência sem falhas. Aqui o destaque vai para os efeitos sonoros, que conseguem ajudar à intensidade das lutas.

No enredo o jogo consegue bons momentos, muito direcionados para o que estamos habituados em filmes de super heróis. Existem alianças interessantes, algumas boas surpresas e apenas se sente a falta de algumas personagens mais carismáticas da Mavel, como algumas do universo X-Men. Todavia, o enredo, apesar de for vezes demasiado óbvio ou forçado, consegue criar bons momentos com intensidade mas também momentos mais divertidos que ajudam a que este não seja um jogo demasiado sombrio.

Contudo é na jogabilidade que estão os nossos olhos para percebermos realmente a qualidade deste jogo. Aí o jogo não falha. Intenso e intuitivo, os personagens respondem bastante bem e a capacidade de trocarmos de personagem de forma quase instantânea faz com que as lutas nunca tenham tempos mortos. A isto junta-se o facto de os poderes e características dos nossos personagens serem moldados pelas Infinity Stones, com cada uma a ter um poder diferente que oferece algo a um personagem. Com isto o que temos é um jogo que oferece e exige muito mais estratégia do que outros jogos do género, pois teremos de analisar que pedras teremos no combate, o que as personagens podem executar com elas e de que forma estaremos vulneráveis a outras personagens que tenham outras pedras.



Foi esta estratégia que me fez olhar este jogo com outros olhos. Marvel vs Capcom Infinite é um jogo com fatores nos dois lados da balança. Poderia ser melhor em muito do que nos oferece, mas por outro lado consegue oferecer algo de novo que torna o jogo viciante e estratégico. A verdade é que no global, poderia ser um jogo melhor em vários aspetos, mas também é verdade que durante as lutas, os seus defeitos desaparecem, e jogamos algo intenso, tal como se pedia numa mistura destes universos.

 Jogabilidade - 85
Gráficos - 77 
Som - 79
Enredo - 73

NOTA FINAL - 78

Luís Pinto

Passatempo: PES 2018


PASSATEMPO

PES 2018 - PS4



E aqui temos o primeiro passatempo do blog! O objetivo deste blog será sortear jogos todos os meses. Para já iremos começar apenas com um exemplar, mas espero que no futuro possam ser mais.

Para se habilitarem a ganhar basta serem fãs do blog, partilharem o passatempo e preencherem o formulário.

O passatempo termina dia 22 de outubro e apenas é permitida uma participação por fã.

O vencedor será contactado por e-mail para indicar a morada onde receberá o prémio.

Boa sorte a todos!





segunda-feira, 9 de outubro de 2017

FIFA 18 - Análise

Editora: EA Sports

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
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PC:
  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

Mobile:
  • LAIQ Glow


Fifa 18 já chegou às lojas e promete vender bastante, como sempre. O desporto rei este ano tem grandes representantes nos videojogos e Fifa 18 quer marcar a diferença. A questão é se consegue, ou não.

Nos últimos anos Fifa tem conseguido um grande feito junto dos jogadores, com grandes vendas e capaz de apresentar boas novidades nos modos de jogo. Agora Fifa 18 chega e a questão é se a evolução é significativa. Sendo assim, quais as grandes diferenças em relação a Fifa 17?

Começando pela parte gráfica, Fifa é um peso pesado. Robusto, cheio de vida e cor, capaz de simular movimentos quase na perfeição apesar de poucos jogadores terem movimentos únicos. O ambiente nos estádios estão fantásticos, com o público cheio de vida e estádio fielmente recriados. Os jogadores são facilmente reconhecíveis apesar de alguns movimentos faciais ainda não estarem ao nível que se pede. A isso juntam-se muitas licenças, muitas equipas oficiais e tudo fielmente recriado para dar uma sensação única a quem gostar destes detalhes.



Em termos sonoros, o jogo está ao nível que a série nos habituou. Os comentários fazem sentido e dão um toque de qualidade em alguns modos de jogo, principalmente no modo carreira. Claro que ao fim de algum tempo se tornam repetitivos, mas, principalmente as inglesas, fazem um bom trabalho na maioria do tempo. Destaque ainda para o som produzido pelo público, sendo este o grande trunfo para a criação de ambiente na resposta ao que está a acontecer dentro do campo.

No entanto é na jogabilidade que os nossos olhos estão postos. Fifa 18 tem fatores positivos e negativos. Começando pela parte negativa, este ano temos um Fifa muitoofensivo, demasiado espetacular em alguns momentos, levando a que o futebol perca algum peso tático para ser um recital de futebol atacante. Tal nota-se, principalmente, nas movimentações dos nossos companheiros de equipa, que são muito mais inteligentes a atacar do que a defender. No ataque os nossos companheiros criam espaços, momentos de rutura e raramente não temos possibilidade de passe. Na defesa os nossos companheiros não têm a mesma inteligência nem dinâmica.



Na restante jogabilidade as diferenças são mínimas. A física está melhor e a possibilidade de deixarmos substituições definidas para rapidamente as executarmos durante o jogo pode ser uma adição interessante, mas a verdade é que em alguns momentos Fifa 18 não parece evoluir assim tanto dentro do campo.

Nos modos de jogo Fifa continua a ser fantástico, com grande destaque para o Ultimate team, que está cada vez melhor, e para um modo carreira com uma narrativa melhorada, mais opções e maior destaque ao que acontece fora de campo e que pode influenciar a performance do jogador. Existem desafios constantes e alguns diálogos interessantes, apesar de muitas vezes não se notarem mudanças consoante as nossas opções. A verdade é que ficaremos muitas e muitas horas a jogar Ultimate Team e o modo de Carreira com o nosso jogador Hunter. é, claramente, a continuação de uma nova página no mundo do futebol que Fifa 17 criou o ano passado.



Resumidamente, Fifa 18 melhora quase tudo em relação ao jogo anterior. Graficamente brilha, a componente sonora está boa e os modos de jogo estão fantásticos mesmo sem melhorias abismais. Dentro de campo Fifa 18 começa a seguir um caminho mais focado na espetacularidade em relação aos jogos anteriores, perdendo alguma tática mas ganhando a velocidade e intensidade que gostamos de ver. Aqui é um bocado ao gosto de cada um. Mas, uma coisa é certa, Fifa 18 tenta ser mais do que um jogo de futebol, e consegue-o!

Jogabilidade - 89
Gráficos - 92 
Som - 82
Modos de jogo - 88

NOTA FINAL - 88


Luís Pinto

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

PROJECT CARS 2 - Análise

Editora: Bandai Namco

Consola:
  • PlayStation 4 Pro
  • Razer Raiju Controller
  • Razer Leviathan Sound System

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  • Keyboard Razer Epic Chroma
  • Mouse Razer Naga Epic Chroma
  • Monitor AOC U3277PWQU

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Num ano que promete vários jogos de corridas com grande qualidade, Project CARS 2 quer demonstrar que não tem rival! Depois de um primeiro jogo que surpreendeu, será este o grande Rei da condução?

Foi já nesta geração de consolas que um simulador de corridas apareceu com um nome que se tornaria famoso no meio dos gigantes que dominavam o setor. Project CARS apareceu e a surpresa foi enorme. Estávamos perante um grande jogo. Agora, com maior orçamento e grandes ambições, Project CARS 2 chegou e tenta ser o melhor do mercado. Será que consegue?

O que salta de imediato à vista são os gráficos. Project CARS 2 está fantástico, com pistas cheias de vida, cor e bons efeitos de luz e sombras. Sem quebras, mesmo nas corridas com vários adversários, Project CARS 2 está muito bem na PS4 e deslumbra ainda mais na PS4 Pro, onde os 4K estão muito bem conseguidos e consistentes. As pistas e carros estão muito bons em todos os sentidos, principalmente nos detalhes e na vida que apresentam. No entanto o destaque irá sempre para a meteorologia, que apresenta uma dinâmica fantástica. Ver os vários efeitos climatéricos é um dos melhores momentos deste jogo, quer seja a nevar, a chover ou num belo pôr do sol. Tudo isto de forma dinâmica e capaz de nos surpreender e obrigar a mudar de estratégia, e muitas vezes de pneus.



Com toda esta capacidade gráfica, o ambiente criado está capaz de nos levar a grandes momentos de adrenalina, principalmente porque perante uma forte chuvada, os gráficos consegue recriar as dificuldades que teríamos na realidade. De uma forma geral, estes estão claramente, entre os melhores efeitos climatéricos que já vimos.

No entanto, o ambiente na pista não poderia estar completa sem um bom conjunto de efeitos sonoros e aqui Project CARS 2 brilha como nenhum outro. É bastante provável que nenhum outro jogo de condução tenha conseguido recriar os efeitos sonoros que motores, pneus e meteorologia aqui apresentam. Coloquem o vosso sistema de som a funcionar e preparem-se para sentirem o poder de alguns motores destes carros. Quase perfeito.


Depois vem o que é mais importante: a jogabilidade, e, tal como se esperava, Project CARS 2 demonstra uma qualidade que poucos podem alcançar. A resposta dos carros está quase perfeita. Sente-se as reações do carro, o atrito do vento e das pistas, existindo todo um feedback feito pelo jogo a todas as nossas ações. Claro que em relação a tudo o que acontece dentro de pista, existem algumas falhas, como por exemplo a inteligência artificial que por vezes apresenta falhas. Todavia, não é algo que aconteça vezes suficientes para ser uma falha grave no jogo.

Para além disso, Project CARS 2 melhora nos modos de jogo, mas sem que seja uma melhoria significativa. Contudo, o destaque vai para o modo carreira e para o modo de criação em que poderemos usar e abusar de tudo o que o jogo nos pode oferecer. Escolham uma pista nas montanhas com um pôr do sol e quererão parar a meio para verem os cenários. Escolham uma pista no deserto com neve a cair. É um mundo de possibilidades.



Claro que o modo carreira é o local onde iremos estar mais horas na parte offline. Com umas ajudas para que a afinação do nosso carro seja feita de forma mais imediata e intuitiva, caberá a nós toda a estratégia dentro de pista, com destaque para formas de abordar o clima e a afinação para melhorar a performance do carro. Apesar de muito neste jogo ser para nos ajudar, o desafio está em retirarmos, lentamente, as ajudas que temos, e com isso começarmos a ter uma condução cada vez mais real. O resultado final é um desafio brutal que vos levará a treinar e treinar em busca da perfeição.

Project CARS 2 não é um jogo perfeito, mas está perto. Os seus defeitos são fáceis de se perceber mas não têm peso suficiente para lhe retirar a enorme qualidade que tem em tudo o que faz dentro das pistas. Forza e Gran Turismo têm de ficar atentos, porque Project CARS 2 elevou a fasquia.

Jogabilidade - 90
Gráficos - 91
Som - 96
NOTA FINAL - 92



Luís Pinto